A governança corporativa tem um amplo escopo, mas amplamente se refere aos mecanismos, processos e relações pelas quais as empresas são dirigidas e controladas. A adoção de práticas de governança eficientes a nível corporativo tornou-se uma prioridade.

A relevância dos princípios de governança corporativa para uma organização pode ser impactada pela dimensão da empresa e da indústria ou país em que ela opera, porém com requisitos “mínimos”. Os princípios de governança são influenciados principalmente pelo marco regulatório que se aplica à empresa e pelo escrutínio das partes interessadas.

Ao longo da última década, tem havido uma melhoria significativa na divulgação, transparência e comunicação da governança corporativa, o que deu origem a novas preocupações do ponto de vista do investidor:

  • Quais são as métricas mais relevantes?
  • Há algum viés nessas análises?
  • Como devem ser ponderadas as métricas de governança corporativa?
  • Há indicadores de bandeira vermelha?
  • As empresas poderiam influenciar os resultados?

Uma análise e avaliação cuidadosa da configuração de governança corporativa de uma empresa é essencial, uma vez que qualquer fraqueza ou falha, não identificada, pode resultar em uma falha no cumprimento dos requisitos regulatórios ou no alinhamento com os interesses dos acionistas. Isso poderia afetar negativamente a forma como o negócio é feito e, em última análise, o desempenho das ações preço.

Além disso, para um número crescente de investidores, o Engagement, o diálogo entre investidores e empresas, é a ferramenta fundamental para entender melhor a gestão das empresas e a mitigação dos riscos de governança corporativa.

Embora os riscos “ambientais” e “sociais” sejam riscos igualmente importantes que os investidores devem examinar, a finalidade da publicação completa é:

  • Solte as métricas de governança corporativa “relevantes”
  • Criar uma ferramenta de triagem quantitativa ajudando-nos a bandeira de “maior risco” empresas,
  • Enfatizar a necessidade de uma avaliação qualitativa através do envolvimento dos acionistas,
  • Fornecer uma amostra de questões de governança corporativa para iniciar um diálogo entre investidores e empresas investidas,
  • Nomeie outros tópicos de engajamento específicos do setor.

Em conclusão, à medida que o acesso aos dados de governança corporativa melhora, estamos assistindo a uma nova tendência para a harmonização dos dados relatados. O desafio de discriminar entre as empresas neste novo ambiente só pode ser resolvido através de um engajamento efetivo das partes interessadas.

 

Matheus Bonaccorsi

Especialista em Governança Jurídica

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