SAIBA MAIS SOBRE OS BENEFÍCIOS E ECONOMIAS QUE A IMPLANTAÇÃO DO PLANEJAMENTO SOCIETÁRIO E PROTEÇÃO PATRIMONIAL PODE TRAZER, A VOCÊ EMPRESÁRIO

SAIBA MAIS SOBRE OS BENEFÍCIOS E ECONOMIAS QUE A IMPLANTAÇÃO DO PLANEJAMENTO SOCIETÁRIO E PROTEÇÃO PATRIMONIAL PODE TRAZER A VOCÊ EMPRESÁRIO.O planejamento societário e a proteção patrimonial são temas muito buscados pelos empresários que possuem um grupo de empresas nos seus mais variados ramos de negócios e que desejam organizar o seu grupo, segregando a estrutura operacional da estrutura patrimonial da sociedade. É importante a busca pela proteção aos bens patrimoniais em razão das adversidades advindas do mercado e das crises econômico-financeiras enfrentadas pelos empresários, que, muitas vezes chegam a responder como sócios/pessoas físicas pelo pagamento de dívidas das empresas das quais participam.

Para que não haja o que chamamos de confusão patrimonial e para que os sócios não respondam por dívidas das sociedades das quais participam é necessário a realização de um planejamento organizando ou reorganizando a estrutura societária das empresas do grupo, de modo que as pessoas físicas dos sócios não estejam expostos aos riscos operacionais do negócio desenvolvido, sobretudo nas esferas trabalhista, tributária e ambiental.

Claro que cada grupo de empresas ou cada empresa familiar tem suas particularidades e deve ser avaliado pelo advogado profissional de maneira isolada qual o melhor planejamento, organização ou reorganização societária que será mais adequada para cada caso. Mas podemos citar alguns benefícios e economias que serão comuns para todos os empresários que decidirem implementar o planejamento societário e proteção patrimonial em seu grupo de empresas.

Dentre os inúmeros benefícios e economias trazidas com a implantação do planejamento societário e proteção patrimonial, podemos citar os seguintes: (i) gestão mais segura e eficaz, com a instituição de órgãos deliberativos; (ii) prevenção, diminuição ou resolução dos conflitos internos; (iii) conservação do patrimônio; (iv) sobrevivência do negócio empresarial ao longo do tempo e gerações; (iv) redução da carga tributária incidente sobre os rendimentos da pessoa física; (v) preservação do patrimônio pessoal perante credores de uma pessoa jurídica da qual a pessoa física participe como sócio ou acionista; (vi) facilidade na aprovação de garantias e emissão de títulos de crédito por meio da pessoa jurídica em razão de sua maior credibilidade perante o mercado e (vii) possibilidade de realização de planejamento sucessório sem a necessidade de realização de inventário.

Priscila Andrade

Advogada especialista em Direito Cível

Assine nossa Newsletter

Junte-se à nossa lista de correspondência para receber as últimas notícias e atualizações de nossa equipe.

Você se inscreveu com sucesso!

Share This